Galinha caipira é a ave criada solta, em quintais e sítios, ciscando e comendo o que encontra, sem a ração e o confinamento das granjas. A carne é mais firme e escura e pede cozimento longo, o que explica o lugar dela nos almoços de domingo e nas festas do interior. No Nordeste ela também atende por galinha de capoeira, matuta ou pé-duro.
No Piauí
A galinha caipira divide a mesa sertaneja com a carne de sol, o capote e os pratos de bode e carneiro. Em Campo Maior, onde a culinária de raiz é atração, ela está entre os sabores celebrados pelo Festival Sabor Maior, em setembro.
Como é servida
O preparo mais comum é a galinha ao molho, cozida devagar com tempero verde, colorau e o próprio caldo engrossado. Daí sai o pirão, feito com farinha de mandioca. Arroz branco, feijão e farofa completam o prato. Outra versão é a galinha cabidela, ou ao molho pardo, em que o sangue da ave entra no molho.
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